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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Conhecendo a origem da missa


Dentre os muitos chamados "sacramentos" da Igreja católica Romana, destaca-se a missa.

 O que a missa é no contexto do Catolicismo Romano é defini­do pelo padre Miguel Maria Giambelli:


"O que nós, católicos, chamamos 'missa', os primeiros cris­tãos de Jerusalém chamavam de 'partir do pão', porque foi exata­mente isto o que fez Jesus na última ceia: 'Tomou o pão, deu gra­ças e partiu...'" S. Paulo lembra aos coríntios que todas as vezes que eles se reúnem para comer deste pão e beber deste cálice, anunciam a morte do Senhor, isto é, eles renovam o sacrifício do Calvário.

"O apóstolo Paulo alerta os coríntios de que aquele pão e aquele vinho, após as palavras consagradas, não são mais pão e vinho comuns, mas são algo de misterioso que esconde o corpo sagrado de Jesus, e quem, portanto, se atrever e comer deste pão e beber deste vinho sem as devidas condições espirituais, comete uma pro­fanação tão sacrílega que o torna réu de um crime contra o corpo e o sangue do Senhor Jesus. Daí porque São Paulo continua alertando os coríntios a tomarem muito a sério o ato de comer deste pão e beber deste cálice consagrado na eucaristia, porque quem os come e bebe sem crer firmemente que são corpo vivo de Cristo, e, por­tanto, sem fazer distinção entre o pão comum da padaria e pão consagrado 'come e bebe sua própria condenação!'" (A Igreja Católica e os Protestantes, p. 27).

Deste ensino deduz-se que Giambelli afirma:

 a. Missa e santa ceia do Senhor são a mesma coisa.

b. A missa renova o sacrifício do Calvário.

c. O pão e o vinho usados na missa são transubstanciados no próprio corpo de Cristo no momento da celebração.

d. Quem não diferençar o pão que é servido na missa do que é vendido na padaria, "come e bebe sua própria condenação". Esse ensino é errado, portanto, contrário àquilo que as Escri­turas Sagradas ensinam.

O recurso que a Igreja Romana usa para confundir o significa­do da expressão "... em memória..." com a palavra "... renovar", se constitui numa incoerência, primeiro à luz da Bíblia, e depois à luz da gramática. No Dicionário da Língua Portuguesa, de Augusto Miranda, a expressão "em memória" tem como sinônimo a ex­pressão "em lembrança"; enquanto a palavra "renovar" tem como sinônimo a palavra "recompor". Portanto, uma nada tem a ver com a outra.

Se a morte de um amigo nos vem à memória, isto não é a mesma coisa que renová-la. Existem vários versículos na Bíblia que falam da impossibilidade de se renovar o sacrifício de Cristo, entre os quais se destacam: Hebreus 7.26,27; 10.12-14; 1 Pedro 3.18 e Romanos 6.9.

 Não há um só versículo nas Escrituras em apoio à tese do Concilio de Trento de que o pão e o vinho usados na missa, ao serem consagrados, tornam-se, ou transubstanciam-se, em Jesus, física e espiritualmente, assim como Ele está no céu. Veja, por exemplo:

a. Mesmo após a ressurreição, não obstante gozando do privi­légio de um corpo espiritual, Jesus não bilocou-se, isto é, Ele não esteve em dois lugares ao mesmo tempo. Se estava em Emaús, não estava em Jerusalém. Ele estava num só lugar de cada vez. Como pretende, pois, a teologia vaticana provar que Jesus esteja fisica­mente, tanto no céu como nas hóstias espalhadas nos sacrários dos templos católicos por todo o mundo?

b. Quando Jesus diz: "E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" (Mt 28.10), Ele não sugere que estaria fisicamente através do pão e do vinho da missa, mas espiri­tualmente, assim como esteve com Paulo, conforme Atos 18.9,10.

c. O corpo de Cristo hoje na Terra não é o pão e o vinho usa­dos na celebração da missa, mas a sua Igreja, conforme mostram as seguintes passagens bíblicas: 1 Coríntios 10.16,17; 12.27; Efésios 1.22,23; 4.15,16; 5.30.

Outra prova de que missa e santa ceia do Senhor são cerimô­nias diferentes, é que na missa os comungantes só tomam um ele­mento (a hóstia) enquanto o vinho é tomado exclusivamente pelo padre celebrante, quando a ordem novitestamentária é: "Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice" (1 Co 11.28).

 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Papado: um segmento sem fundamentação



A interpretação doutrinária que a Igreja Católica Romana faz de Mateus 16.16-19, é um grande erro: o ensino de que Jesus fez de Pedro o "Príncipe dos Apóstolos", pelo que veio a se tornar o primeiro bispo de Roma, do qual os papas, no decorrer dos séculos, são legítimos sucessores. Esteve Pedro em Roma alguma vez?

          A própria história do papado é uma viva demonstração de que os papas jamais conseguiram provar serem sucessores do apóstolo Pedro, já que em nada se assemelham àquele inflamado, mas hu­milde, servo do Senhor Jesus Cristo. Vejamos, por exemplo:

a. Os papas são administradores de grandes fortunas da igreja. O clérigo José Maria Alegria, da Universidade Gregoriana de Roma, declarou, no final do ano de 1972, que o balanço financeiro do Vaticano dispunha de um ativo de um bilhão de dólares.

b. Os papas são celibatários, isto é, não se casam, não obstante ensinarem que o casamento é um sacramento.

c. Os papas freqüentemente aceitam a adoração dos homens.

d. Os papas consideram-se infalíveis nas suas decisões e decretos.

 Tenha ou não estado em Roma, o fato é que, se Pedro foi papa, foi um papa diferente dos demais que apareceram até agora. Se não, vejamos:

a. Pedro era financeiramente pobre (At 3.6).

b. Pedro era casado (Mt 8.14,15).

c.  Pedro foi um homem humilde, pelo que não aceitou ser adorado pelo centurião Cornélio (At 10.25,26).

d. Pedro foi um homem repreensível (Gl 2.11-14).

 Aqui no Brasil infelizmente pudemos contemplar milhares de pessoas se humilhando para receber uma ‘benção’ daquele que não tem poder para nada... Por que será que ele mesmo não se humilha perante Deus e pare de se exaltar diante de homens?  Função sacerdotal foi estendida para todos os filhos de Deus: I Pe 2:9.

 

 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Alexandre Frota ofende aos cristãos do Brasil com o apoio do programa " A praça é nossa "

O 'ator' Alexandre Frota não é o único a fazer coisas absurdas na vida e na televisão para tentar depravar os ensinamentos cristãos que são um legado para o povo de Deus. Estamos vendo e ouvindo o que ele diz, e com certeza ficamos espantosos com tamanho desrespeito. O pior é que o programa da praça onde ele faz um bico apoia sua atitude. Alguns dias atrás pudemos ver em um de seus quadros que o apresentador Carlos Alberto fez referência ao pastor Marco Feliciano com tom de deboche insinuando que é homossexual. Outro dia o quadro do casal de gays que não se assumem também fizeram um crítica disfarçada ao pastor insinuando o mesmo, tudo por que o imbecil do Frota disse que namorou Marco Feliciano. Realmente eles não entendem a diferença de ser homofóbico e de não aceitar regalias anormais aos gays.
Sempre gostei do programa 'A praça é nossa', mas já é hora dos cristãos boicotá-lo ! ! ! ! Antes não era tão apelativo como está. Humor não precisa de mulher sensual!!!!
Sinceramente não esperávamos isso do Carlos Alberto!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Carta aberta ao papa Francisco



Quero compartilhar com Sua Santidade uma grande preocupação. Como o Papa é um homem de bom senso, tenho certeza que, ao tomar conhecimento do que está ocorrendo, ponderará o que deve fazer.
A sua vinda ao Brasil, para a Semana da Jornada Mundial da Juventude, custará ao governo brasileiro 120 milhões de reais. Eu entendo que o nosso governo é praticamente obrigado a desembolsar esta quantia, por causa do seu status de chefe de Estado. Mas, por ser um franciscano, talvez lhe cause algum constrangimento saber que, com esse dinheiro, o nosso governo poderia construir doze mil moradias para os pobres, numa cidade em que imperam os barracos e a miséria! E os benefícios seriam para a vida inteira destas famílias e não apenas por uma semana!
Como as Igrejas Evangélicas no Brasil não recebem benesses oficiais desse vulto (no máximo, o governo municipal, estadual e federal colabora com palco e som para os nossos eventos), as lideranças evangélicas consideram isto um privilégio injusto e inaceitável. Por isso, estão se preparando para uma grande manifestação de repúdio na cidade do Rio de Janeiro, dois dias antes de seu evento. Esta manifestação pretende reunir mais de um milhão de vozes, e levará o nosso povo a um inédito choque entre católicos e evangélicos.
Entende, agora, a minha inquietação? Por isso, permita-me sugerir isto:
Antes de vir, anuncie que o Banco do Vaticano reembolsará os 120 milhões ao governo brasileiro. Além de ser uma atitude justa, já que católicos devem patrocinar católicos, repercutirá favoravelmente no mundo todo, ainda chocado com a prisão do Monsenhor Nunzio Scarano, acusado de desviar 20 milhões de euros do banco da sua Igreja (cerca de 58 milhões de reais).
Mas, se o Papa decidir vir com o dinheiro de todos os brasileiros, inclusive dos não-católicos, faço-lhe um apelo. (Afinal, neste caso, eu também, ainda que evangélico, estarei arcando compulsoriamente com parte dos custos da sua visita, e tenho, ao menos, o direito de pedir):
PAPA: PREGUE COM A BÍBLIA CATÓLICA E ANUNCIE SOMENTE JESUS!
No consistório de 2001, os cardeais de língua portuguesa entregaram ao Papa João Paulo II um relatório que dizia: ‘‘Somente uma pregação que exalte Jesus Cristo com clareza, proclamando que Ele é o único e exclusivo Redentor, será capaz de conseguir a adesão de maior número de pessoas, especialmente na América Latina, continente que reúne metade dos católicos do mundo, mas enfrenta forte concorrência dos evangélicos’’.
Como Pastor, eu achei uma excelente sugestão! Pena que aquele Papa não a adotou. Mas quem sabe se Sua Santidade agora, não tendo ninguém acima de sua autoridade – a não ser Deus – tenha a coragem de implantar e corrigir isto na Igreja em todo o mundo! Tenho certeza de que o Nome de JESUS será glorificado!
Papa, venha, corrija isso, e pregue a verdadeira Palavra de Deus, contida na Santa Bíblia Católica! Permita-me sugerir como tema de seus Sermões as seguintes passagens: Êxodo 20:4-6, Levítico 26:1,
Salmos 113 (na minha é Sl 115), Isaías 44:6-20, Atos 4:12, I João 5:21, I Timóteo 2:5-6, Apocalipse 21:8 e 22:15.
Por favor, perdoe-me se me atrevi a tanto. É o amor pelas almas e pelo meu SENHOR que me moveu a escrever esta carta. Fique com Deus!
Atenciosa e respeitosamente,
Pastor Juanribe Pagliarin