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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Entendendo a grandeza do dízimo


Com certeza este é o assunto que os ateus, a mídia e outros ímpios mais usam para atacar os cristãos, principalmente os que professam sua fé no meio evangélico.

Muitos dizem que na atual dispensação já não se deve dar o dízimo pela abolição da lei. A prática do dízimo primeiramente é mais antiga que a própria lei. Abraão deu o dízimo a Melquisedeque muito antes do acontecimento no monte Sinai. Algum tempo mais tarde Jacó fez uma promessa á Deus dizendo que lhe daria o dízimo de tudo que recebesse ( Ge 28:20-22 ). O crente atual não pode ser forçado a dizimar, mas ele o faz pela gratidão daquele que o capacita em trabalhar com justiça e dignidade e sente que é necessário contribuir para a obra missionária da pregação do evangelho e para a manutenção dos templos  e crescimento da igreja.
Certa faculdade de estudos agrícolas fez uma pesquisa das coisas indispensáveis empregadas na produção de 100 alqueires de milho em meio hectare de terra. Verificou-se que o homem contribui apenas com o trabalho de preparar a terra, plantar e colher, ao passo que Deus colabora com muitas coisas, como por exemplo: cerca de 1.800.000 litros de água; 3.200 litros oxigênio; 2.400 litros de carbono; 73 quilos de nitrogênio, 57 de potássio, 18 de fósforo,
34 de enxofre, 23 de magnésio, 23 de cálcio, 908 gramas de ferro, além de pequenas quantidades de iodo, zinco e cobre. Cem alqueires de milho! Quem os produziu? De quem são?
Tudo é de Deus e tudo pertence á Ele que criou. O dízimo é um sinal e uma prova de que não somos donos, mas devedores.

Escrito por Anderson Dalcin

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