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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Cuidado com o 12 de outubro ! ! !


A data do título deste texto corresponde a um dia de grande tristeza para Deus devido á grande idolatria que envolve milhares de pessoas no Brasil. O 12 de outubro em um país com grande número de protestantes é uma afronta ao cristianismo e acaba gerando um dia de constrangimento e cerceamento aos que professam sua fé somente no Deus do altíssimo. Podemos observar claramente como varias pessoas pagam suas promessas, beijam as estátuas de Maria nas igrejas católicas, acendem velas, etc...Tudo isso por que não conhecem a bíblia.
Existe uma frase dita pelo italiano Ambrósio no período da reforma protestante que diz: “Maria era templo de Deus e não Deus do templo”. Esta frase é de um impacto gigantesco; a própria Maria depois de pentecostes, com certeza tinha tudo para ser idolatrada, mas a população convertida naquele mesmo tempo nunca procurou adorá-la, já pensou nisso? Divago que Satanás ainda não tinha colocado seu plano macabro em prática e somente depois de dois séculos começou a levantar pessoas ao incentivo de adorar Maria como sendo a mãe do grande salvador da humanidade. Porém a data do dia 12 não corresponde á Maria isoladamente, se trata também do dia das crianças. Neste dia os espíritas de todo o Brasil louvam aos seus pseudodeuses chamados de ‘cosme e Damião que neste texto não entrarei em detalhes. Mas uma grande quantidade de balas e doces são consagrados á estes ídolos imundos e distribuídas para as crianças. A bíblia nos orienta quanto a comer da comida dos ídolos em 1 Coríntios 8:4-8 : “Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só. Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores),
Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.
Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, com consciência do ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada.
Ora a comida não nos faz agradáveis a Deus, porque, se comemos, nada temos de mais e, se não comemos, nada nos falta.”

A única coisa que nos resta é vigiar e orar neste dia para que Deus forneça chance para a conversão de milhares dos que praticam a idolatria. Por que a estes não pertence o reino dos céus ( Ap 21:8 ).

20 comentários:

  1. Se existisse esse deus que você idolatra, ele sim seria imundo.O mito de vocês é vingativo, fútil, cruel. No livro absurdo que você cita ele aparece matando e mandando matar, inclusive crianças. O fanatismo de vocês só serve para ofender as crenças dos outros. Para vocês só o que está escrito nesse livrinho chulo serve. A reforma protestante começou bem, mas terminou em coisas como os pentecostais e neo pentecostais. A pior coisa que já houve nesse planeta em matéria de religião.

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  2. Quanta asneira!!!! Meu Deus....

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  3. É você novamente né?! Deus está tentando te mostrar de alguma maneira as coisas... ... aproveite a chance meu irmão! Eu fui criado dentro de um centro espírita e lá fiquei por muitos anos até que Jesus me libertou! (Glória á Deus!!!) Sei do que estou falando. Os sacrifícios aos ídolos não cessaram! Esta é uma data para se ter cautela. Muitos aproveitam dela para agir astutamente... já fiz isso quando não conhecia a verdade.
    Mais uma vez ressalto que Maria não tem nada a ver com a idolatria que prestam á ela. Ela era virtuosa e foi honrada por Deus. Mas o que Santo Ambrósio disse é algo muito sério. Ele foi quem inspirou Santo Augustinho depois da sua crise existencialista. O que posteriormente gerou o entendimento da salvação pela graça, apesar do detalhe da predestinação adotado por Calvino séculos adiante.... Deus te ilumine irmão!!

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    1. Anderson meu irmão, se cremos que Deus é Pai, se cremos que Jesus é o Cristo, o Ungido, o Filho de Deus, também precisamos respeitar, honrar e amar a mãe de Jesus, a Virgem Maria.... (continuação)

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    2. ...(cont) Se cremos que todos os que amaram verdadeiramente a Deus nesta vida estão no Céu, e que aqueles que seguiram Jesus e morreram acreditando nele estão ao seu lado, seria o cúmulo do absurdo supor que a mãe do Cristo aqui na Terra não estivesse junto a Ele no Céu. Maria, ela que, segundo a Bíblia Sagrada, era cheia do Espírito Santo, declarou de si mesma: “De hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada!” (Lc 1, 48). Nosso Salvador não salvaria sua própria mãe? Nós, cristãos católicos, cremos que recebemos por GRAÇA o direito e o poder de pedir e interceder junto a Deus. Podemos pedir ao Pai em nome de Jesus, ou falar diretamente a Jesus e pedir que nos conceda suas bençãos. O próprio Senhor Jesus Cristo ensinou isso nos Evangelhos, e que Graça maravilhosa é esta! Não devemos deixar jamais de conversar com nosso Senhor, que, sendo Deus, se fez homem e fraco, por nós. Foi Ele somente quem sofreu as piores dores e deu sua própria vida em sacrifício pela nossa salvação. Jesus é nosso único Senhor, Um com o Pai e o Santo Espírito, nosso único Salvador, e exclusivamente por Ele recebemos a vida eterna. Jesus Cristo também é nosso único Mediador, junto ao Pai, no sentido de nos resgatar do pecado e salvar as nossas almas. Enquanto cristãos católicos Anderson, assumimos que é Ele, - e apenas Ele, - que está eternamente no centro da nossa fé, das nossas orações e da nossa salvação. Bem Anderson, esclarecidos esses pontos, nós (católicos) também cremos que podemos e devemos interceder uns pelos outros, isto é, pedir uns pelos outros junto a Deus, seja na Pessoa do Pai, do Filho ou do Espírito Santo; assim como Maria fez em Caná, pedindo a seu Filho e seu Senhor que ajudasse aqueles noivos. E Ele a atendeu. Cremos que Maria, que é nossa Mãe, nossa irmã e companheira de caminhada, pode pedir também por nós ao seu Filho amado, agora que está com Ele na eternidade, em perfeita Comunhão (comunhão dos santos). Cremos que, no Céu, os santos de Deus estão mais vivos do que nós aqui na terra, pois alcançaram a vida plena à qual Jesus se referiu (Jo 10, 10), e que podem nos ouvir. Jesus disse a um dos ladrões crucificados: “Ainda hoje estarás comigo no paraíso”. Maria foi a primeira cristã, o perfeito modelo de fé e de confiança em Jesus, testemunha fiel de tudo o que se passou na vida dele, desde antes do nascimento até a Cruz. De Jesus, Maria entende! Não, ela não foi nem é “uma mulher qualquer”, como ouvimos dizer por aí: não foi acidente nem "sorte" a Graça tremenda que aconteceu em sua vida! Não é todo dia que uma virgem recebe o aviso de um anjo, de que será a mãe do Filho de Deus! Não é todo dia que uma mulher fica grávida por obra especialíssima, direta de Deus! Não é "qualquer mulher" que gera e educa alguém como Jesus Cristo, nosso Deus! É por tudo isso Anderson que não é pecado chamar Maria de “Mãe de Deus”. Jesus sendo Deus, e Maria sendo sua mãe, quando a chamamos assim, honramos devotadamente a memória de Maria, mas a Jesus glorificamos, reafirmando todas as vezes que Jesus Cristo é Deus. Quem se nega a dizer que Maria é "Mãe de Deus", renega a divindade de Jesus Cristo. Simples assim. Assim como está escrito, Maria foi escolhida desde o princípio dos tempos, porque o Sopro de Deus pairou de maneira especial sobre ela. A Vida que nela foi gerada era nada menos que a Vida do próprio Autor da Vida! Como podem alguns se negar a honrar Maria? Como podem se negar a lhe proclamar Bem-Aventurada e Cheia de Graça?

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    3. É inquestionável que Maria tenha sido a eleita por Deus para gerar o Messias tão esperado desde os tempos do antigo testamento e que ela deixou para a humanidade grandes exemplos de humildade, amor, fé, coragem, obediência e temor. Como descrito em Lucas (1.38), Maria se mostrava justa e reta aos olhos de Deus. Com esta justiça e temor a mesma serviu como canal de benção para que Jesus, o verbo, se fizesse carne entre a humanidade.
      Segundo o que disse Simeão (Lc 2.34-35) em tom profético entende-se que a missão de gerar e criar o Salvador na condição de mãe carnal não seria fácil. Maria sofreu, principalmente na fuga para o Egito, depois vendo a injustiça contra o filho, porém saiu vitoriosa. No entanto há na bíblia muitos personagens que merecem reconhecimento á exemplo de Maria como Noé, Josué, Abraão, Moisés, Paulo... A mãe de Jesus faz parte de um grupo de “santos” que cumpriram a vontade soberana de Deus dando exemplo para vindouras gerações. Ressaltando, a missão de Maria de carregar em seu ventre o salvador enviado dos céus foi gigantesca, todavia não se deve oferecer honras superiores ao seu mérito. Analisando a bíblia, constatamos que em momento algum Maria se posiciona como tendo uma missão de maior importância que Jesus, tampouco utiliza da qualidade de mãe para obter status. Além disso, é imaginável que ela não queria sobrepor a imagem do filho porque sabia que o papel a ser realizado por Jesus era de suma importância, além de ser intransferível á outra pessoa.
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      Há uma interpretação torpe da ICAR (IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA)embasada em João 19.27 onde afirmam que Jesus entregou a mãe aos cuidados de João dizendo: “Eis aí a tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa”. A partir deste momento, para a ICAR ela se tornou a mãe espiritual da humanidade e da igreja. É óbvio que a referida interpretação á luz da bíblia não tem sentido. Jesus entregou a mãe aos cuidados de João, o discípulo amado dando exemplo de amor filial lembrando-se da mãe num momento de grande agonia. Jamais tentou elevá-la á posição de “mãe da humanidade”, ou “mãe da igreja”. Ele queria cuidar do bem estar de sua mãe. Em meio a todas as agonias da crucificação, não da sua divina natureza e missão, e tomou o cuidado de praticar um dos deveres primários, o cuidado para com os pais. Por que não a entregou aos cuidados dos próprios filhos? Ainda não eram crentes, e sua incompreensão teria amargurado os dias finais de Maria. João tinha condições de oferecer-lhe um lar confortável, e só ele saberia preencher a vaga deixada no coração dela, sendo quase um retrato de Jesus.67 Quanto ao papel de co-redentora, nota-se que a palavra de Deus não proporciona a condição de igualdade com Jesus. O profeta Isaías (59.20) disse: “E virá um redentor a Sião e aos que se desviarem da transgressão em Jacó, diz o Senhor”. Nesta passagem não se encontra alguma redentora ou ajudante do redentor. Maria não pôde ter recebido a mesma missão que o filho. Não obstante, ela não poderia ser a salvadora e ao mesmo tempo ser dependente de Deus para obter a salvação. A prova está em Lucas (1.46-48) onde Maria diz: “A minha alma engrandece ao senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque atentou ma humildade de sua serva; pois eis que desde agora todas as nações me chamarão bem-aventurada”. Maria fazendo esta oração se iguala a todos os seres humanos, pois Jesus jamais fez uma oração demonstrando que necessita de salvação como foi o caso de sua mãe. A trindade é soberana, auto-suficiente, onipresente, onisciente e onipotente, imutável e eterna. Não precisa, portanto, de auxílio de santos falecidos para executar seu plano de redenção.

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  4. ... (cont) Podemos imaginar os risos, as brincadeiras, as lágrimas, as preocupações que ela teve com seu Filho Divino, o dia-a-dia ao lado do Senhor... Ninguém teve maior escola de espiritualidade que Maria! Nem mesmo os Apóstolos, que tiveram apenas três anos para aprender com Cristo: Maria teve trinta e três anos e nove meses! Se nós católicos acreditamos na palavra e na santidade dos Apóstolos, que foram os autores da Bíblia, como duvidar de Maria, a mãe do Senhor? Se ela tivesse escrito um Evangelho, seria sem nenhuma dúvida o mais digno de crédito; porque ela esteve lá, junto até o último momento, e continuou com os discípulos depois da crucificação, integrando a Igreja que nascia. Aliás, no momento da crucificação, quando os Apóstolos fugiram, quem continuou ao lado do Senhor? Ela mesma... E os Apóstolos a ouviam. Muita coisa Maria deve ter lhes contado, muitos detalhes sobre a vida do Senhor. Senão, como eles poderiam saber, para escrever os Evangelhos? Maria foi a melhor testemunha do que realmente aconteceu com Jesus. Ninguém, absolutamente ninguém em toda a História, viveu a experiência Jesus Cristo mais do que ela.
    Muitos títulos de honra a Igreja deu à Maria. Infelizmente Anderson, aqui entramos nos exageros dos que parecem querer elevar a Mãe de Deus mais alto que o próprio Deus. - Mais alto do que, com certeza, ela mesma deseja ser elevada. Estes estão no lado oposto daqueles que a desrespeitam.
    Uns, na ânsia de anunciar as virtudes da Mãe, por vezes acabam exagerando; outros, no zelo de defender o papel único do Filho de Deus, acabam desprezando o maravilhoso legado da desde sempre amada Mãe da Igreja. A Igreja sabe o que é o Reino de Deus, quem é Jesus e quem é Maria, e nós católicos precisamos aprender essas coisas. Devemos aprender a amar Maria com uma devoção pura e autêntica; falar muito com Jesus e com o Pai, pedir sempre a luz do Espírito Santo no que dizemos e no que fazemos. Se vier o desejo de falar com nossa Mãe do Céu, devemos fazê-lo sabendo que falar com Jesus é falar com Deus, e que falar com Maria é falar com um ser humano muito especial que está no Céu com Deus. NUNCA a Igreja ensinou que Maria é uma ‘deusa’, como você Anderson e alguns dos nossos irmãos "evangélicos" nos acusam. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) deixa muito claro que é sempre o Deus Uno e Trino quem concede as graças. Nossa mãe pede por nós, junto a Deus. Jesus concede porque é nosso Intercessor junto ao Pai, e porque todo o poder lhe foi dado no Céu e na Terra. Maria consegue orando, pedindo. Se tantos padres e pastores conseguem graças e bençãos orando a Jesus, quanto mais ela, a Virgem Maria, que foi e continua sendo muito mais santa, mais unida a Jesus e mais pura e salva do que qualquer um de nós?
    Nós levamos o Senhor na mente e no coração: Maria, além disso, o carregou no ventre: a Carne de Jesus Cristo, Deus encarnado, era a mesma carne de Maria. O sangue que fluía em Maria era o mesmo Sangue salvador que fluía em Jesus, e que foi derramado pela salvação da humanidade. Já parou para pensar nisso? Maria cuidou e protegeu Nosso Senhor desde quando Ele, por amor a nós, se fez um bebê indefeso. Que grande absurdo é querer "defender" Jesus tentando diminuir Maria! ... (cont)

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    1. Modelo de Santidade
      A tradição católica apostólica romana reconhece Maria como a figura perfeita de santidade sendo considera a virgem santíssima e exemplar. A bíblia orienta que o modelo perfeito de santidade é Jesus. Sendo assim o ser humano deve atentar para o que Deus disse em Levítico 19.2: “... Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou Santo”. Nesta passagem é demonstrado que a santidade de Deus é insuperável e verdadeiramente exemplar. Logo, uma pecadora não pode ser modelo de santidade como não o foram Pedro, João, Mateus, Lucas Elias e tantos outros. A bíblia é esclarecedora quanto ao tema:
      “... aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma” (Mt 11.29).
      “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu fiz, façais vós também” (Jo 13.15).
      “Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas” (I Pe 2.21)
      “Aquele que diz que está nele, também deve andar como Ele andou” (I Jo 2.6)
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  5. ... (cont) Anderson acredito que a palavra que deve prevalecer nessa questão é o equilíbrio. É tudo de que precisamos para honrar e venerar Maria do jeito certo. É verdade que alguns católicos se equivocam neste assunto. Quantas vezes vemos pessoas prostradas diante das imagens de Maria nas igrejas, louvando e pedindo bençãos, mas... Que pena, logo depois passam reto diante do Altar e do Santíssimo Sacramento, onde se encontra Jesus Cristo em Corpo, Alma e Divindade! Muitos gostam de repetir que “se Jesus não estiver atendendo, é só pedir à Mãe que ela atende”. E também ouvimos afirmações como:“Tudo com Jesus, nada sem Maria!” – São frases de uma infelicidade total. Cristo é Deus, Alfa e Ômega, Principio e Fim de todas as coisas.
    Anderson, se existem exageros ao se falar de Nossa Senhora, e isso leva alguns irmãos de outras comunidades cristãs a nos acusar de idolatria, devemos saber que, dentro da verdadeira Fé, nada nos desvia da verdadeira Comunhão dos santos e nem da companhia e proteção de nossa bem amada e sempre Bem Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus e de todos nós; exemplo incomparável de santidade sempre ao nosso lado no percurso do Caminho.


    Espero que não apague este comentário irmão, acredito que estamos na busca da verdade “conhecereis a verdade e ela vos libertará”. Estou analisando seus comentários e meditando sem preconceitos, espero que faça o mesmo meu irmão, pois não existem meias verdades.

    A paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

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    1. Medianeira
      É observado que a adoração praticada no seio do catolicismo não está focada diretamente e unicamente na Santa Trindade, mas sim, dividida com Maria e muitos outros santos. A tradição no catecismo católico considera Maria como advogada, auxiliadora, protetora e medianeira. As escrituras tornam claro que existe apenas um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem (I Tm 2.5). Ainda sim o catolicismo romano ensina que Maria também é uma “mediadora”. As orações para ela formam uma parte muito importante no culto católico. Não existe base escriturística para esta idéia, embora este conceito não fosse estranho ás idéias ligadas á deusa-mãe. Ela trazia como um dos seus títulos “Milita”, que é a “Mediatrix”, “Medianeira”, ou “Mediadora.70 A bíblia esclarece que há um só Mediador, intercessor e advogado. Mesmo assim dizem: “é medianeira... é vontade de Deus que tudo nos venha por Maria”.71 Na Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae (2002, p. 8) está escrito: “Maria, santuário do Espírito Santo, ao ser suplicada por nós, apresenta-se em nosso favor diante do pai que a cumulou de graça e do Filho nascido das suas entranhas, pedindo conosco e por nós”. A mesma carta (2002, p. 17) ainda diz:
      “Repetir o nome de Jesus – o único nome do qual se pode esperar a salvação (cf. Act 4, 12) – enlaçado com o da Mãe Santíssima, e de certo modo deixando que seja Ela própria a sugerir-no-lo, constitui um caminho de assimilação que quer fazer-nos penetrar cada vez mais profundamente na vida de Cristo”.
      Refutação - Em assuntos que se ligam á tradição sabemos que a bíblia deve ser a primeira fonte de consulta, pois é infalível e possui o ensino esclarecedor ao homem (II Tm 3.16-17). Quanto ás afirmações e crenças citadas encontramos nas escrituras as seguintes passagens que literalmente destroem as imposições e enganos históricos:
      “Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (I Tm 2.5).
      “Se, porém alguém pecar, temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo o justo” (I Jo 2.1).
      “Portanto pode também salvar os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7.25).
      Os pedidos e necessidades pessoais realmente á luz da bíblia não devem ser confiados á Maria ou aos santos já mortos. Nenhum destes possui a qualidade de onisciência como a Trindade possui. Sendo assim, não têm capacidade para advogar, mediar ou interceder pelos humanos junto de Deus. Além disso, disse Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Quando a palavra ninguém é emprega no texto, significa que ninguém pode ter a mesma função de Jesus, nem mesmo sua mãe. Através das escrituras vemos que Deus estabelece certa condição para atender pedidos. Ele requer humildade, oração, conversão dos caminhos maus e que o homem busque exclusivamente a Ele: “Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a tua terra” (II Co 7.14). Para concluir que Jesus é o advogado, intercessor, ajudador e auxiliador, segue a seguinte passagem para reflexão:
      “Assim, com confiança, ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador; não temerei” (Hb 13.6).
      “Eis que Deus é o meu ajudador...” (Sl 54.4).

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  6. Irmão, ressalto que esta nossa pequena discussão iniciou porque eu postei um texto com um único foco: relatar o que aconteceu e acontece verdadeiramente por aqui. Era sobre os vários casos de carismáticos que ficam constantemente endemoniados no monte e os amigos correm atrás dos evangélicos para expulsar... só isso. Era sobre autoridade espiritual que nos casos ocorridos não houve e ainda não há...

    Reforço que o que eles fazem é o correto, mas simplesmente não obtêm autoridade espiritual por não ter a comunhão plena... só isso. Este fato nós testificamos por aqui semanalmente. Eles estão sendo auxiliados e entendendo melhor agora que tiveram os olhos abertos.


    Shalon Adonai.

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    1. Caríssimo irmão Anderson, DESDE O INÍCIO, a Igreja sempre ensinou que aqueles que morreram na Amizade do Senhor intercedem pelos que ainda se encontram na Terra. Essa doutrina, perfeitamente bíblica e totalmente cristã, é denominada intercessão dos santos. Diz o Catecismo da Igreja Católica:

      "Pelo fato de os habitantes do Céu estarem mais intimamente unidos com Cristo, consolidam mais firmemente a toda a Igreja na santidade. (...) Não deixam de interceder por nós ante o Pai. Apresentam, por meio do único Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, os méritos que adquiriram na Terra. (...) Sua solicitude fraterna ajuda muito à nossa debilidade." (CIC §956)

      Para a Igreja Católica, portanto, os santos intercedem por nós junto ao Pai, não por seu próprio poder, mas pelo Poder de Cristo, Nosso Senhor, único Mediador entre Deus e os homens para a nossa salvação. Os adeptos do fundamentalismo bíblico, porém, costumam apresentar objeções à este ensinamento. Tais objeções podem ser divididas basicamente em cinco categorias:

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    2. cont.... 1ª Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens.
      Acabamos de ver que a Igreja Católica não nega a exclusividade da Mediação de Nosso Senhor. Mesmo assim, esta continua sendo, baseada na leitura literal de uma passagem da Sagrada Escritura, a principal das objeções à doutrina da intercessão dos santos. A passagem bíblica em questão, evidentemente, é 1 Timóteo 2, 5: "Pois há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens: um homem, Cristo Jesus". No entendimento de algumas pessoas, aqui a Sagrada Escritura não deixa dúvidas de que só Jesus pode interceder pelos homens junto a Deus.
      E tais pessoas estão certas, sim, neste ponto específico. Não há nenhum santo, – nem Pedro nem Paulo e nem a Virgem Maria, – que possa interceder por nós junto a Deus no sentido de salvar as nossas almas, de nos resgatar do Pecado e da morte. "Só Jesus salva!", costumam bradar os nossos irmãos afastados mais exaltados quando falamos dos santos, e nós concordamos com isso, sem nenhuma dúvida! De todos os que pisaram esta Terra, somente Jesus é Deus, e somente Ele, sendo Deus, se fez Cordeiro Imolado para a nossa salvação: o único Sacrifício capaz de nos resgatar do Pecado e da morte é o de Cristo, insistimos mais uma vez, porque esta é e sempre foi a fé e a verdadeira doutrina católica.
      Então, em que sentido cremos na intercessão dos santos? Neste ponto do texto, Anderson, permita-me abrir parênteses para contar-lhe uma história.
      Imagine-se, perdido num deserto, há vários dias, e já quase morre de sede: um viajante passa por você, conduzindo um jipe; ele não para, não lhe presta socorro nem lhe dá de beber, mas indica a direção que você deve seguir para se salvar. Desesperado, você segue a orientação desse viajante, segue o caminho que ele indicou e logo encontra uma habitação; ao bater na porta, alguém muito caridoso prontamente o atende, o acolhe e lhe dá água fresca para beber, alimento e um leito para descansar. Além de tudo, essa alma bondosa lhe permite usar o telefone, para que você peça ajuda e possa enfim retornar à sua casa. Sua vida foi salva. Quem o salvou? O viajante não lhe deu água nem alimento, e nem mesmo carona. Quem lhe deu água, comida, descanso e a possibilidade de retornar à sua casa foi o dono da casa. O viajante, porém, indicou o caminho até ele.

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    3. O mesmo ocorre com a intercessão dos santos. Eles mesmos não são o Caminho. O único Caminho para a salvação é Jesus; somente Ele se deu em Sacrifício para a nossa salvação. Mas os santos nos indicam o Caminho e, mais do que isto, são agentes do próprio Salvador e caminham junto conosco; levam nossas intenções a Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

      Agora veja Anderson: se alguém crê naquilo em que está escrito na Bíblia, também precisa crer na intercessão dos santos. Não podemos tomar uma parte isolada da Bíblia, acreditar somente neste trecho e descartar todo o resto. Se cremos nas Sagradas Escrituras, precisamos crer em toda ela, meditar em tudo o que diz, e tudo dentro do seu devido contexto. E por acaso não ensina o Apóstolo Paulo, nas mesmas Escrituras, que os cristãos devem dirigir orações a Deus em favor de todos? Vejamos o que diz o primeiro versículo da própria 1 Carta a Timóteo:
      "Acima de tudo, recomendo que se façam súplicas, pedidos e intercessões, ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e honestidade." (1 Tm 2,1)

      O próprio S.Paulo nos pede abertamente Anderson, no versículo 1, que antes de tudo sejamos intercessores junto a Deus, uns pelos outros. E no versículo 5 ele diz que só Jesus é nosso Mediador. Mas se eu faço uma oração pela sua vida, estou intercedendo por você junto a Deus! Estaria então o Apóstolo se contradizendo? Também na Carta de S. Tiago, capítulo 5, versículo 16, está escrito o seguinte:
      "Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos".

      Afinal, se eu creio na Bíblia, devo crer que só Jesus intercede por nós, ou que nós também podemos interceder uns pelos outros? A Bíblia ensina uma coisa numa parte e outra coisa diferente, em outra parte? Não. Se a Bíblia contradissesse a si mesma, não seria Palavra de Deus. Na verdade, a solução para esse dilema é bem simples Anderson: a questão é que, dentro do contexto bíblico, a natureza da intercessão tratada no versículo 1 de 1 Timóteo é diferente da mediação do versículo 5.

      No Antigo Testamento, a mediação entre Deus e os homens se dava através da prática da Lei e dos sacrifícios e ofertas no Templo. No Novo Testamento, isto é, na Nova e Eterna Aliança entre Deus e os seres humanos, é Cristo quem nos reconcilia com Deus através do seu Sacrifício único e suficiente na cruz. É neste sentido que é Ele o nosso único Mediador, pois foi somente através dele que recuperamos para sempre a Amizade com Deus: "Assim como pela desobediência de um só homem foram todos constituídos pecadores, assim pela obediência de um só todos se tornarão justos" (Rom 5, 19).
      Portanto, a exclusividade da medição de Cristo refere-se à justificação e à salvação dos seres humanos. Mas a intercessão dos santos é de uma outra natureza: refere-se à graça que Deus nos concede de intercedermos em oração uns pelos outros. É dessa maneira que os santos intercedem por nós. Não há nenhum problema, nenhuma discordância quanto a isso. A discordância avança, a partir daqui, para uma outra objeção, que veremos a seguir:

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  7. conti... 2ª Aqueles que já morreram, mesmo que tenham sido santos, não podem interceder por nós aqui na Terra, porque após a morte não há consciência; ficamos todos como que "dormindo", esperando o Dia da Ressurreição.
    Os defensores desta objeção usam como fundamento as palavras do Eclesiastes:
    "Com efeito, os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem mais nada; para eles não há mais recompensa, porque sua lembrança está esquecida (...) Tudo que tua mão encontra para fazer, faze-o com todas as tuas faculdades, pois que na região dos mortos, para onde vais, não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência, nem sabedoria." (Ecl. 9, 5-10)

    Mais uma vez, é preciso manter em mente que a Bíblia é um conjunto coeso de livros, que precisa ser entendido como um todo: se quisermos entender a sua Mensagem mais profunda, não podemos tomar uma parte isoladamente e elaborar a partir deste uma doutrina diferente daquela que a Igreja ensina. Esta é a razão de Jesus Cristo ter dado autoridade a Pedro e aos Apóstolos para conduzir a sua Igreja, até a sua volta. É por isso, também, que o Senhor jamais nos disse que bastaria o exame das Escrituras para encontrar o Reino de Deus e alcançar a Salvação.

    Pois bem. Se alguém crê na Bíblia, não pode aceitar a doutrina da "dormição" ou da "inconsciência", que diz que os mortos estão como que "dormindo", aguardando o Dia do Juízo", simplesmente porque há diversos outros versículos muito claros na Sagrada Escritura que dizem o contrário. Podemos ver, por exemplo, Is 14,9-10; 1Pd 3,19; Mt 17,3; Ap 5,8; Ap 7,10; Ap 6,10.

    A questão Anderson, é que os versículos do Eclesiastes não fazem referência ao estado mental de todos os mortos, mas sim ao infortúnio espiritual daqueles que morreram na inimizade de Deus. Vejamos o que diz o Livro dos Provérbios: "O sábio escala o caminho da vida, para evitar a descida à morada dos mortos" (Pr 15,24). – A região dos mortos ali denominada é o lugar de desgraça para onde são encaminhados os inimigos de Deus. E acaso não morrerão também os sábios, como todos os outros? Claro que os sábios também morrem, mas a Bíblia diz que estes não irão para a "morada" ou "região dos mortos".
    Assim entendemos que o Livro do Eclesiastes, quando afirma que para os mortos "não há mais recompensa, não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência nem sabedoria", está se referindo ao infortúnio que existe nesta "região dos mortos" para onde vão aqueles que estão mortos para Deus.

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  8. conti.... 3ª Os santos não podem ouvir as orações dos que estão na Terra, porque não são oniscientes e nem onipresentes

    Será que um santo pode receber as nossas orações e os nossos pedidos de intercessão, mesmo não tendo onipresença e onisciência próprias? Vejamos o que diz o Livro de Atos 16,9-10:
    "De noite, Paulo teve uma visão: um macedônio, em pé, diante dele, lhe rogava: 'Passa à Macedônia, e vem em nosso auxílio!' Assim que teve essa visão, procuramos partir para a Macedônia, certos de que Deus nos chamava a pregar-lhes o Evangelho."

    O que percebemos nesta passagem? Entre outras coisas, que S. Paulo não precisou ser onipresente e nem onisciente para receber a oração do Macedônio, que pedia auxílio. O próprio Apóstolo ensinou que a Igreja é o Corpo de Cristo: os que estão unidos a Cristo através da Igreja são membros do Seu Corpo. – Um só Corpo. – Isso quer dizer que tanto nós, aqui na Terra, quanto os que já morreram para este mundo, na Amizade do Senhor, todos somos membros da Igreja, do mesmo Corpo Místico, do qual o Senhor é a Cabeça:
    "Agora alegro-me nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu Corpo, que é a Igreja." (Cl 1, 24)

    Como membros do Corpo de Cristo, enquanto cristãos, estamos ligados uns aos outros: "Embora sejamos muitos, formamos um só Corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro" (Rm 12,5). Nosso Senhor Jesus Cristo é a Cabeça do seu Corpo, que é a Igreja: "Ele é a Cabeça do Corpo, a Igreja" (Cl 1,18). Portanto, está claro que os santos, tanto os da Terra quando os que já estão no Céu, na Presença de Deus, estão ligados, enquanto membros do mesmo Corpo, que é a Igreja. Assim como a minha mão direita não pode se comunicar com a esquerda sem que esse comando tenha sido coordenado por minha cabeça, da mesma forma, no Corpo de Cristo, os membros não podem se comunicar sem que essa comunicação aconteça através da Cabeça, que é o próprio Cristo.
    Desta maneira, quando nós pedimos aos santos que intercedam por nós junto a Deus, é como a comunicação de um membro com outro membro no Corpo de Cristo: isso acontece através de Cristo Jesus, que é Deus. Assim como a nossa cabeça pode coordenar movimentos simultâneos entre os vários membros de nosso corpo, Cristo, Cabeça da Igreja, que é onisciente e onipresente, possibilita a comunicação entre os membros do Seu Corpo.

    Portanto, o fato de os santos não serem onipotentes e oniscientes não impede que eles conheçam ou recebam os nossos pedidos e possam interceder por nós junto a Deus. "E da mão do anjo subiu à Presença de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos." (Ap 8,4)

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  9. conti... 4ª Nós não podemos dirigir nossa orações aos santos pois isto caracteriza evocação dos mortos, que é proibida na Bíblia.
    Esta objeção baseia-se principalmente nos seguintes versículos:
    "Não se ache no meio de ti quem pratique a adivinhação, o sortilégio, a magia, a necromancia, a evocação dos mortos: porque todo homem que fizer tais coisas constitui abominação para o Senhor." (Dt 18, 9-14)
    "Se uma pessoa recorrer aos espíritos ou adivinhos, e andar atrás deles, voltarei minha Face contra essa pessoa e a exterminarei do meio do meu povo. (...) Qualquer mulher ou homem que evocar espíritos será punido de morte." (Lev 20, 6 - 27)

    Destacamos acima os trechos que explicitam que a condenação divina se refere à evocação dos mortos. Sem dúvida Deus abomina a evocação dos mortos. No entanto, há uma tremenda diferença entre evocar os mortos e pedir a intercessão dos santos. Evocar os mortos, dentro deste contexto, é pedir ao espírito do defunto que se apresente e se comunique com os vivos, por meio de necromantes (atualmente chamados 'médiuns'), como se aquela pessoa falecida ainda estivesse na terra. Como podemos perceber, trata-se da mesma prática dos espíritas de hoje.
    O que Allan Kardec chamou de "mediunidade" já era praticado nos tempos do Antigo Testamento, e sempre foi categoricamente condenado por Deus. Ao invés de confiar na Providência Divina, os que praticam a necromancia ou mediunidade preferem confiar nas instruções de espíritos, dos quais não têm como conhecer a origem (conforme I Samuel 28).
    No caso da intercessão dos santos Anderson, não estamos pedindo que o santo se apresente para conversar conosco através de algum médium ou "psicografar" uma carta a fim obter informações. Nada disso. Estamos, sim, dirigindo pedidos de oração aos santos do Senhor que já estão no Céu, o que é completamente diferente de invocação de pessoas mortas. Continuamos confiando na somente na Providência Divina, e crendo que somente Deus atende às nossas preces.
    Desta forma, as proibições divinas quanto à prática de espiritismo não se aplicam à doutrina da intercessão dos santos.

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  10. conti... 5ª Não há referência bíblica quanto à intercessão dos santos.
    Aqui está uma objeção falsa já em sua própria afirmação. Existem, sim senhor, diversos versículos bíblicos mostrando que os santos elevam orações na Presença de Deus. Vejamos:
    "Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do Altar as almas dos homens imolados por causa da Palavra de Deus, e por causa do testemunho de que eram depositários. E clamavam em alta voz, dizendo: 'Até quando Tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra?' Foi então dada a cada um deles uma veste branca, e foi-lhes dito que aguardassem ainda um pouco, até que se completasse o número dos companheiros de serviço e irmãos que estavam com eles para ser mortos." (Apocalipse 6, 9-11)
    "Os quatro viventes e os vinte e quatro anciões se prostraram diante do Cordeiro. Tinha cada um uma cítara e taças de ouro cheias de perfumes, que são as orações dos santos."(Ap 5,8)
    "A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus." (Ap 8,4)

    Vemos como os santos, no Céu, clamam a Deus por Justiça. Sim, os santos elevam suas orações a Deus. Por que estariam rezando, já que estão salvos e desfrutando da Presença do Senhor? Suas orações são em nosso favor, para que os que estão na terra também possam um dia estar com eles, na Presença do SENHOR.

    No Livro do Profeta Jeremias, lemos:
    "Disse-me, então, o SENHOR: 'Mesmo que Moisés e Samuel se apresentassem diante de Mim, meu Coração não se voltaria para esse povo'." (Jr 15,1)

    No tempo de Jeremias, Moisés e Samuel já estavam mortos. No entanto, o SENHOR diz com toda a clareza que ambos poderiam se colocar em sua Presença, para pedir pelo povo de Israel. – Aí está a intercessão dos santos, literalmente, no texto da Bíblia Sagrada.

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  11. conti... Sei que você é adepto do biblicismo Anderson, mas vamos observar o testemunho dos primeiros cristãos:
    Vejamos o que professavam os cristãos da Igreja primitiva, nos primeiros séculos, quando não havia divisão na Cristandade e a Igreja de Jesus Cristo era uma só:
    "O Pontífice [o Papa] não é o único a se unir aos orantes. Os anjos e as almas dos juntos também se unem a eles na oração." – Orígenes (185-254 dC), Tratado da Oração

    "Se um de nós partir primeiro deste mundo, não cessem as nossas orações pelos irmãos." – Cipriano de Cartago (200-258 dC), Epístola 57

    "Aos que fizeram tudo o que tiveram ao seu alcance para permanecer fiéis, não lhes faltará, nem a guarda dos anjos nem a proteção dos santos." – Santo Hilário de Poitiers (310-367 dC), Apologetica ad Reprehensores Libri de Synodis Responsa

    "Comemoramos os que adormeceram no Senhor antes de nós: Patriarcas, Profetas, Apóstolos e Mártires, para que Deus, por suas intercessões e orações, se digne receber as nossas." – São Cirilo de Jerusalém (315-386 dC), Catequeses Mistagógicas

    "Em seguida [na Oração Eucarística], mencionamos os que já partiram: primeiro os Patricarcas, Profetas, Apóstolos e Mártires, para que Deus, em virtude de suas preces e intercessões, receba a nossa oração." – São Cirilo de Jerusalém, idem

    "Se os Apóstolos e mártires, enquanto estavam em sua carne mortal, e ainda necessitados de cuidar de si, ainda podiam orar pelos outros, muito mais agora que já receberam a Coroa de suas vitórias e triunfos. Moisés, um só homem, alcançou de Deus o perdão para 600 mil homens armados; e Estevão, para seus perseguidores. Serão menos poderosos agora que reinam com Cristo? São Paulo diz que com suas orações salvara a vida de 276 homens, que seguiam com ele no navio [naufrágio na ilha de Malta]. E depois de sua morte, cessará sua boca e não pronunciará uma só palavra em favor daqueles que no mundo, por seu intermédio, creram no Evangelho?" – São Jerônimo (340-420 dC) - Adversus Vigilancio 6

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  12. conti... "Portanto, como bem sabem os fiéis, a disciplina eclesiástica prescreve que, quando se mencionam os mártires nesse lugar durante a Celebração Eucarística, não se reza por eles, mas pelos outros defuntos que também aí se comemoram. Não é conveniente orar por um Mártir, pois somos nós que devemos encomendar suas orações." - Santo Agostinho (391-430 d.C. - Sermão 159, 1)

    "Não deixemos parecer para nós pouca coisa; que sejamos membros do mesmo Corpo que elas [Santa Perpétua e Santa Felicidade] (...). Nós nos maravilhamos com elas, elas sentem compaixão de nós. Nós nos alegramos por elas, elas oram por nós (...). Contudo, nós todos servimos um só Senhor, seguimos um só Mestre, atendemos um só Rei. Estamos unidos a uma Cabeça; nos dirigimos a uma Jerusalém; seguimos após um Amor, envolvendo uma Unidade." – Santo Agostinho (391-430 dC), Sermão 280,6

    "Por vezes, é a intercessão dos santos que alcança o perdão das nossas faltas (1Jo 5,16; Tg 5,14-15) ou ainda a misericórdia e a fé." – São João Cassiano (360-435 dC), Conferência 20


    Conclusão

    Como podemos ver Anderson, quanto à doutrina da intercessão dos santos, não se trata de "invenção" do catolicismo, como pensam alguns, mas sim de legítima doutrina cristã, embasada tanto nas Sagradas Escrituras quanto na Tradição Apostólica. Os primeiros cristãos jamais tiveram dúvidas quanto a ela (prova disso é que este tema jamais foi motivo de disputas conciliares). Esta doutrina só confirma o Amor de Deus para conosco e Seu Plano de que sejamos, uns para os outros, instrumentos deste Amor.
    Acredito que pregando contra a igreja como o senhor faz, em vários artigos de seu blog e em seu livro, um grande desserviço para Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Mude de foco irmão, anuncie o amor de Deus, o sacrifício de Jesus no calvário para nos salvar, a bondade,,,. É como diz a palavra: " no fim dos tempos haverá um rebanho e um só pastor", não se deixe influenciar por falsos profetas que querem ser o dono da verdade. Cada denominação protestante acredita que a verdade esta em sua "igreja". Essa vaidade baseando-se no livre exame das sagradas escrituras nos divide mais e mais. Nossa religião é o "cristianismo", devemos convergir para o diálogo pacífico e encontrar saídas para frear a divisão entre cristãos e caminharmos para sermos um só rebanho.

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