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segunda-feira, 2 de março de 2015

O mal de Gramsci

Sabemos que o italiano Antônio Gramsci foi umas das principais referências do pensamento de esquerda. Dentre suas várias teorias, uma se faz bastante curiosa para os dias atuais: ele defendia que a tomada do poder fosse precedida pela mudança da mentalidade. Isso é evidente no meio político do congresso nacional. Se tratando de educação, fica claro que o pensamento gramsciano ganha força a cada dia.
       O Brasil possui as piores escolas do mundo desde que introduziu o sistema de alfabetização "socioconstrutivista" na década de 80. O resultado dessa barbaridade é que hoje milhares de jovens chegam ás faculdades sem a mínima noção do próprio idioma. Escrevem com todas as falhas e descuidos. E pior, a caligrafia não existe, muito menos a concordância...
       Para a teoria de Gramsci ganhar mais espaço não é necessário fazer planos mirabolantes e traçar grandes estratégias. O principal já foi feito. A geração presente consiste em uma maioria de "alfabetizados iletrados". Tudo isso porque a presidenta "maqueia" os números para gerar a impressão que os tupiniquins estão todos com o ensino médio completo e que isso é formidável. Até parece que o resto do mundo não percebe o que a cubana está "hacendo"... Sendo assim, a tomada do poder sobre os menos favorecidos intelectualmente ocorre de forma veloz. Por isso é que Gramsci e seus seguidores do PSOL e  PT apoiam a revolução cultural em prol da imbecialização da população através de práticas pedagógicas não cognitivas.
      Outra artimanha dos gramscianos é fazer a população receber o processo revolucionário sem resistência alguma. Entende agora? É simples: á partir do momento em que a população se mostra despreparada para argumentar filosoficamente, teologicamente ou de qualquer outra forma, ela se torna maciçamente passiva. Essa passividade pode levá-la á uma alienação irreversível.
      O inimigo da alma cristã age na vida das pessoas de maneira semelhante: primeiro busca esvaziar sua mente de toda obra ligada ao cristianismo. Depois atulha a mente e a imaginação do indivíduo com ideologias céticas carregadas de soberba maligna até impregnar toda a sua essência. Esta estratégia favorece a aceitação de toda e qualquer coisa que possa contaminar o homem sem a mínima resistência. Desta forma começa a aparecer um ser espiritualmente passivo de cosmovisão marxista-diabólica.
       Para Antonio Gramsci a corrupção da sociedade era a principal ação para a tomada do poder. Para satanás, o esvaziamento da mente através das táticas petistas atuais é sem dúvida o melhor caminho para aniquilar os cristãos.

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