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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Beatificação do Padre Vitor - uma tristeza para Jesus


Neste dia 14 de novembro será realizado um grande evento religioso no sul de Minas para reconhecer a santidade do Padre Vitor realizando a beatificação. Este propósito na realidade é um grande engano que os fiéis não conseguem e não querem concordar, inclusive os padres, que são os grandes responsáveis pela prática coletiva do pecado.
Teologicamente e biblicamente falando a beatificação é um ato que diminui a santidade de Jesus, pois só ele é digno de ser chamado de santo, digno de curar, restaurar, restituir, livrar, batizar com o Espírito Santo e salvar. Sendo assim, é claro e óbvio na bíblia que nem o padre Vitor e ninguém, pode tais coisas.
Todos devem respeitar a opinião alheia mesmo sendo um pecado de idolatria o que está ocorrendo em Minas, porém deve-se ressaltar o papel omisso dos sacerdotes da igreja católica apostólica romana em não exortar o povo á respeito das verdades bíblicas. Se o padre Vitor morreu, ela está inanimado aguardando ser ressuscitado por Jesus na sua vinda (Tessalonicenses 4: 13-18) para depois ser julgado por Deus (Hebreus 9:27), portanto não está em condições de fazer milagre nenhum nem sequer de interceder pelos seres humanos (I Timóteo 2:5) e muito menos ser chamado de santo.É claro que foi um homem virtuoso e exemplar, mas as pessoas devem tomar seu exemplo por suas práticas em vida e não depois de falecido porque assim é que se configura basicamente uma idolatria. No entanto, os padres irresponsáveis insistem em esconder essas verdades do fiéis, que por sua vez acabam negligenciando a bíblia e Jesus para pedir milagres e benção ao padre Vitor em vão. Ele também dependeu e dependeu e ainda depende da misericórdia de Deus para se salvar! Talvez ele se salve, mas os seus seguidores certamente prestarão contas por dividirem a glória de Jesus com ele (apocalipse 22:15 ).
Com certeza a beatificação no mundo espiritual não agrada o Altíssimo porque se assemelha muito às situações onde o povo se afastava espiritualmente de Deus quando iniciavam uma forma de reconhecimento de outras divindades para cultuarem, como se Deus não fosse o bastante para eles. Isso é demonstrado em II Rs 17.24-41. Na ocasião, o rei da Assíria havia trazido gente de Babel, Cute, Hava, Hamate e de Sefarvaim para habitarem na cidade de Samaria em lugar dos filhos de Israel e tomar a cidade em herança. Relata a bíblia (II Rs 17.29) que cada uma das nações citadas fez os seus deuses, e os puseram nas casas dos altos que os samaritanos fizeram, cada nação na sua cidade, nas quais habitavam. “Assim ao Senhor temiam e aos seus deuses serviam, segundo o costume das nações dentre as quais tinham sido transportadas” (II Rs 17.33). É perceptível que muitos católicos se assemelham muito com o povo idólatra e corruptível de séculos atrás; “temem” a Deus, mas servem aos ídolos. A bíblia é muito precisa em dizer:


Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”. (Mateus 6.24)



Provavelmente depois de acontecer a beatificação, pleitearão a canonização como foi no caso de Nhá Chica.

***

Antes de adorarem e cultuarem pessoas mortas existe o processo de reconhecimento do falecido membro da ICAR, para chegar-se a uma conclusão se realmente houve o preenchimento de todos os requisitos e certificar-se de que a pessoa mereça ser considerado “santo”. O processo é denominado canonização, e foi instituído pela primeira vez pelo papa XV em 995 d.C. Mas é observado que muitas vezes mesmo não tendo iniciado o processo de canonização, já ocorre a prática de idolatria na adoração aos “santos”.
A canonização depende de duas coisas: depende do testemunho dos homens que com eles privaram e atestem com juramento informando sobre a sua vida, virtudes e atividades, e depende especialmente de Deus, do seu testemunho que se manifesta através dos milagres autênticos.
Primeiramente, salienta-se que não há nada que induza a prática da canonização á luz da bíblia. Jesus disse que enviaria um consolador para que ficasse com o seu povo (Jo 14.16). A palavra outro, no grego se apresenta como allos, ou seja, da mesma forma, igual. Assim, é compreendido que o consolador é o Espírito Santo igual á Jesus. Se Ele está verdadeiramente á disposição dos cristãos, não há conveniência em ter alguém canonizado para veneração ou intercessão em favor dos homens. A prática trata-se diretamente de uma ação antagonista, inconveniente, desnecessária e se mostra como mais um meio de multiplicação de ídolos para que o povo se afaste de Deus.





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